Guto Requena
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My Heart Beats Like Yours

INTERACTIVE INSTALLATION.
São Paulo, Brazil, 2018.

Watch the video here

São Paulo-based Estúdio Guto Requena’s most recent project ‘My heart beats like yours’, taps into the power of empathy and design-as-activism to create a tribute to the LGBT+ community in Brazil. The large-scale interactive piece is a hybrid between public urban furniture and sculpture, set in São Paulo’s iconic Praça da República, where the first meeting of the LGBT+ activist community took place (1978) and where the diversity and inequalities of Brazilian society is visible every day, in the stream of passersby and the numerous homeless that gather in the area.

Brazil is the country where the most people from the LGBT+ community were killed in 2017. The 16m tall structure made from metal infrastructure cylinders normally used underground, is assembled to form a striking structure that could be said to resemble a huge arrow that’s encrusted and dissolves on the ground. The cylinders hold sound systems that transmit audio statements made by LGBT+ activists of their experiences and the sound of their heartbeats, registered as these statements were made. These heartbeat pulses inform the algorithm that designs the pattern of the structure’s night-time lighting and the stories are played in loop, night and day. ‘My heart beats like yours’ holds the colours of the LGBT+ flag along some of the cylinders that spread out from the sculptural core and meander along the ground to serve as public seating.

‘My heart beats like yours’ builds on some of the studio’s past work, which uses digital technologies to shape memories and promotes the role of public works as a means to inspire greater empathy and social awareness in urban settings. At the site there is a sign that identifies the project and invites passersby to send their stories via WhatsApp voice message. Some of these stories will be chosen to integrate the work.

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O projeto mais recente do Estúdio Guto Requena ‘Meu coração bate como o seu’ une a potência da empatia e do design-como-ativismo para criar um tributo à comunidade LGBT+ no Brasil. O trabalho interativo, em grande escala, é um híbrido entre mobiliário público urbano e escultura, localizado na icônica Praça da República, em São Paulo, onde o primeiro encontro dos ativistas LGBT+ aconteceu (1978) e aonde a diversidade e as desigualdades da sociedade brasileira são vistas diariamente, nos muitos passantes e inúmeros desabrigados que congregam na região.

O Brasil é o país no qual mais pessoas da comunidade LGBT+ foram mortas em 2017. A estrutura de 16m de altura composta por cilindros metálicos de infraestrutura subterrânea, foram articulados e montados para criar uma forma cativante que pode-se dizer assemelha-se a uma grande flecha encrustada no chão e que dissolve pelos arredores. Dentro dos cilindros, equipamentos de som transmitem audio-depoimentos de ativistas LGBT+ sobre suas experiências e o som dos seus batimentos cardíacos, colhidos ao contarem suas histórias. Esses pulsos cardíacos informam o algoritmo que serve de parâmetro para a iluminação noturna do trabalho, enquanto o audio toca em looping dia e noite. Alguns dos cilindros que se esparramam a partir do núcleo central de ‘Meu coração bate como o seu’ estão pintados com as cores da bandeira LGBT+ em degradé e formam um grande banco público.

‘Meu coração bate como o seu’ é um desenvolvimento de projetos passados do estúdio, que usam tecnologias digitais para dar forma à memórias e promovem trabalhos públicos como um meio de inspirar maior empatia e consciência social em espaços urbanos. No local, há uma placa que identifica o projeto e convida pessoas a enviarem suas histórias de resistência via mensagem de voz do WhatsApp. Algumas destas histórias serão selecionadas para serem integradas ao trabalho.

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Author: Guto Requena
Development: Bruno Baietto
Interaction: Felipe Merker Castellani, Júlia Teles, Nikolas Gomes, Caio Kenjil
Set Design Supplier: GTM Cenografia
Photography: Ana Mello
Video: Filmes para Bailar
Akcnowledges: FOXLAB, Museu Da Diversidade, Intel, Prefeitura de São Paulo.